Influência do Desgaste Natural de Componentes na Geração de Poluentes

Um veículo o qual utiliza dois combustíveis para trafegar é caracterizado como bicombustível ou popularmente chamado carro “flex”. Estes combustíveis devem apresentar características semelhantes para que a combustão ocorra de forma ideal alcançando rendimento máximo nos quesitos desempenho e economia energética. Primeiramente realizaram-se estudos nesta área para comprovar a eficácia destes motores no âmbito das emissões de poluentes. Posteriormente esta primeira etapa partiu-se para parte experimental que consistiu na coleta de dados avaliada pelo analisador de gases TM 132 (Tecnomotor) em conjunto com um dinamômetro de rolos para obtenção de informações sobre potência e torque. Para simular a degradação dos componentes iniciou-se o processo de alterações de parâmetros, tais como: o tamanho e tipo de velas, temperatura da válvula termostática, obstrução da entrada de ar, utilização de diferentes tipos de combustível com variações nas porcentagens da mistura álcool/gasolina, número de bicos injetores associados à quantidade de cilindros operantes além de empregar usos com as configurações originais dos mesmos. Após o mapeamento destas informações efetuaram-se comparativos referentes às porcentagens de poluentes relacionadas a cada elemento degradado para provar que as mudanças ocasionadas alteraram significativamente o comportamento do motor, interferindo na sua característica poluente positiva ou negativamente. O propósito principal é desmistificar a polêmica referente aos carros bi-combustiveis serem ou não tão poluentes quanto os carros convencionais e estipular orientações a respeito do programa de manutenção preventiva previsto pelas montadoras. A conseqüência disto é a melhora da qualidade do ar e visar num futuro próximo que o teste analisador de emissões seja obrigatório em toda frota brasileira, para renovar e adequar todos os veículos em uma faixa toleráve

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